domingo, 13 de setembro de 2015

O LIVRO TÁ NA ÁREA!




Queridos e queridas,

O livro da série MULHERES SOB DESCONTROLE (Ed.Atrito Art) está disponível para venda e envio pelos Correios.
Valor: R$25,00 já com o frete.

O livro tem um projeto gráfico lindo, além de uma apresentação bacanérrima da jornalista e escritora Karen Debértolis.

A série Mulheres sob Descontrole foi inaugurada na internet em 2007. São monólogos e diálogos femininos que tentam provocar o leitor através da sátira e da ironia contra toda moral e bons costumes.

Para pedidos, entre em contato comigo pelo email sa.d.abreu@hotmail.com

O livro vai com dedicatórias e alguns beijos.

Samantha Abreu.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Descontrolando o Facebook!

A série MULHERES SOB DESCONTROLE é escrita por Samantha Abreu e narra a loucura feminina contra a moral e os bons costumes.
 
Agora, a série ganhou uma página no Facebook!

É só entrar lá , curtir e sair da seriedade vez enquando.

São monólogos e crises de mulheres comuns, complexadas, debochadas, paranóicas, engraçadas e to-tal-men-te descontroladas.
Ah, e também vale indicar praqueles mal humorados que você conhece!

https://www.facebook.com/MulheressobDescontrole

domingo, 28 de agosto de 2011

Posições de UFC


- Ô Katia, você não percebe que...
- Ai, Regina, eles só vão ao cinema juntos. E o que é que tem?
- Você tem forte tendência à ingenuidade cega, menina. Já te disseram isso?
- Não, isso não... já me disseram que sou burra.
- Quase a mesma coisa, né Kátia?
- Regina, uma vez me disseram que o Laércio tava namorando uma garota do escritório. Uma calúnia absurda. Nem comentei com ele porque ele fica muito nervoso quando falo disso, quando duvido da fidelidade dele.
- E o que você fez?
- Nada. Ignoro essas fofocas. Ele é um homem de bons relacionamentos e muito simpático com os amigos que tem.
- E daí, Regina? Bem se vê. Um homem casado levando amiga no cinema.
- Você tá duvidando do meu marido, Regina?
- Não, Kátia, não tenho do que duvidar. Eu só consigo acreditar.
- Por isso que você está solteirona, Regina, é muito possessiva com os homens.
- Não aceito safadeza, Kátia, só isso.
- E você acha que homem que estiver com você não vai ter amigas por aí.
- Amigas por aí é uma coisa, levá-las ao cinema é outra.
- Mas o Laércio traz as meninas até aqui em casa! O que tem demais?
- Traz aqui?
- Sim, a última, uma garota muito simpática, dormiu aqui. Foi nesse fim de semana. Só foi embora hoje depois do almoço.
- E você?
- Sabe, dessa eu até desconfiei... acordei uma hora no meio da madrugada e o Laércio não estava na cama. Fui de mansinho e vi os dois atracados no chão da sala!
- Eu não disse, Kátia?
- Não era nada disso, Regina. Eu levei um baita susto e acendi a luz.
- E o que ele te disse?
- Ué, que estavam assistindo e brincando do tal UFC!


Samantha Abreu
foto de ellen von unwerth

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Descontrolando Rabitts



- Que cara é essa, Adelaide, em plena páscoa?
- Ah, Marilda... uma porra.
- Feriadão, menina! Parece até que ganhou ovo quebrado!
- Sabe, não sirvo pra ter relacionamento com homem algum mais não, viu Marilda. Passei da idade e percebi isso agora.
- Ih, o que foi dessa vez? O Rui não te deu chocolate?
- O Rui não me deu foi nada.
- Nem os ovos? Hahahaahaa.
- Tô com cara de quem quer ouvir piadinha, Marilda?
- Credo! Conta o que ele fez.
- Eu simplesmente não entendo essa modernidade entre nós, as solteiras, que nos dá impressão de estar num relacionamento normal, mas não podemos dizer que é.
- Hum... te entendo, amiga. O Jordão faz a mesma coisa. Pedi um ovo número 23 e ele disse que ainda não somos namorados pra me dar algo tão caro.
- Argh!
- Vê se pode?! Além de não me assumir, ainda fica com pãodurice!
- Pois é, Marilda, mas eu estava falando de mim e do Rui.
- Ai, desculpa. Fala aí.
- Eu acreditei que estava tudo bacana entre nós e tive várias idéias pra esse feriadão.
- Sexo com chocolate? Olha, já tentei uma vez e vou te dizer que nã...
- Cale a boca e me ouça, Marilda!
- Hum.
- Eu queria enfeitar um ninho pro coelho, comprar os ovos e brincar com essa fantasia que faz parte das lembranças infantis de todas as pessoas...
- Mas sem sexo, Adelaide?
- É, ué!
- Não dá certo com homem não, Adelaide, porra.
- Agora eu sei, Marilda. E foi frustrante.
- Não me diga que você fez o papelão de botar uma fantasia de coel...
- Não! Eu só falei pra ele que queria fazer algumas surpresas para a páscoa e que precisava comprar cenouras para o coelho.
- Cenouras?
- É. Nessa hora, o Rui meteu a mão lá... sabe, lá?
- No pau?
- E veio pra cima de mim fazendo voz de tarado: “A cenoura do coelho aqui óóóóó!”.


Samantha Abreu

domingo, 30 de janeiro de 2011

Festa doida com gente enlouquecida


- Festa estranha essa aqui, hein Carol?
- É só um samba, Darlene, calma...
- Samba tocando Madonna, Carol? Olha lá... a galera fritando na Madonna!
- Calma, meu. Daqui a pouco começa.
- Já começou... olha aquelas duas ali se beijando horrores.
- Aham.
- E agora um cara junto com as duas, Carol!
- Ô Darlene, pô... se você for ficar narrando a festa toda pra mim, eu poderia ter ficado em casa falando com você pelo celular. Pára com isso!
- Eu sou careta e religiosa, você sabe.
- Sei, sei sim. Mas na hora de meter o pé na jaca quando você está a fim, ninguém se lembra disso.
- Jamais! Você é uma doida.
- Ah, vá! Olha uma galera bacana ali, vamos lá falar com eles. – E aí, moçada? Qual a dessa festa aqui?
- Dançar, querida. Vamos pra pista!
- Carol, só tem gay aqui nessa festa.
- Já te disse pra parar com isso, Darlene.
- Ah, bonitona... então quero ver você pegar um homem nessa festa. Não é você a pegadora?
- Aguenta aí que você vai ver daqui e pouco. Hummm... um gato ali.


- Onde você tava, Darlene? Tô te procurando faz mais de uma hora!
- Puta da vida... tava dançando ali com uma galera, mas começaram a arrancar peças de roupa, Carol... todo mundo!
- Tirar a roupa? E você tirou?
- Só o sutiã!
- E você está sem sutiã agora? Com essa blusa larga?
- Você acha que estou de braços cruzados por quê, sua imbecil?
- Putz! Vamos lá no banheiro e você coloca de novo.
- Não dá. Um cara muito louco o vestiu na cabeça e saiu por aí. Não encontro mais!
- Hahahahahaaa!
- Pára de rir, maldita. E você, onde estava?
- No quarto.
- Juuuuura, Carol? Com quem?
- Aquele gato ali, tá vendo?
- Minha nossa! Você é foda mesmo, amiga!
- Não, Darlene. Dessa vez foi uma não-foda.
- Hã?
- Quando a gente estava lá no quarto, na pegação total, entrou outro cara e os dois começaram a se pegar também.
- E você, o que você fez?
- Nada, ué.
- Nada? Mas já tá liberal assim, Carol?
- Não! Não fiz nada mesmo... eles pediram que eu saísse, pois queriam ficar sozinhos. Disseram que eu estava atrapalhando parada ali. Aí eu saí com o rabinho no meio das pernas.
- Hahahahahaaaa... festa boa, hein Carol!
- Vambora daqui, Darlene, porra!



Samantha Abreu
foto de ellen von unwerth

sábado, 15 de janeiro de 2011

Nosso Lançamento!

Queridos,

nesta terça, 18 de janeiro, Eu e Beatriz Bajo lançaremos nossos livros.

Abaixo está o convite pra você.
E te esperamos lá com todos os beijos e abraços que você merece.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Fantasias para quando vier a chuva

Queridos, está aí o meu rebento!
Nasceu neste último dia, fechando 2010 com chave de ouro.
Em breve trago notícias sobre as datas das noites de lançamento. E eu adoraria receber todos os possíveis e impossíveis.

Fantasias para quando vier a chuva
Prefácio de Tavinho Paes
Apresentação e revisão de Beatriz Bajo

Para comprar:
o livro ainda não está no site da editora, por isso, caso você queira recebê-lo autografado, mande um e- mail para: sa.d.abreu@hotmail.com
Preço: R$32,00 com frete incluso.


Samantha Abreu
Câmera na Chuva, parte do prefácio de Tavinho Paes.

"Samantha Abreu é uma câmera fotográfica de lente sensível que em todos os dias que Deus lhe dá sai pela cidade que ela conhece: sua poesia tem o tempo que anda naquelas ruas, faça sol ou... chuva!
Dizem as lendas dos que estão com o pé na cova e saudade do defunto que a tinta com que ela escreve seus poemas é feita com pingos de chuva. É por isso que faz divas surgirem de um lapso de memória como quem abre um guarda-chuva para quem tem medo de relâmpago e trovoada.
Ela chove poesia quando precisa de um banho. Tem aquela vírgula feminina que só quem tem XXX no DNA entende e avalia o quanto lhe custou cada verso escrito. Todos na base de talento e paixão, escrevendo com os pingos de chuva antes que caiam no chão.
(...)"